Luís Filipe Oliveira, natural de Coimbra, tem por objetivo profissional de vida a formação e o exercício da Medicina Dentária e como hobby o desporto automóvel. A paixão pela velocidade é uma tradição de família que começou com o avô materno, mas foi com o pai que teve o primeiro contacto com as pistas de karting, que hoje em dia partilha com os circuitos do troféu Super Seven by Toyo Tires, na categoria S1600 PRO, ao serviço da equipa CRM Motor Sport. No plano profissional, exerce a sua prática diária na clínica Dental Face, em Lisboa, especialmente centrada na reabilitação oral e dentisteria estética.
Maria do Carmo Sintra Coelho é formada em Medicina Dentária pela Universidade do Porto e exerce a profissão há mais de 30 anos – tem consultório próprio em Viana de Castelo –, mas há uma paixão mais antiga à qual se entrega, de alma e coração, nos seus tempos livres: a arte dos trabalhos manuais. O gosto pela moda e pelos trapos despertou na infância, por influência de uma tia que era costureira, e reflete-se hoje na vasta criação de bolsas e bordados, entre muitos outros objetos artesanais, que produz (e vende online) em parceria com a assistente dentária Helena Lima.
Tomás Appleton estreou-se nos relvados aos seis anos – seguindo as pisadas do irmão mais velho –, dando início a uma longa marcha que o levou à elite do rugby: faz parte da equipa principal da seleção nacional da modalidade desde 2014. O também jogador do Centro Desportivo Universitário de Lisboa (CDUL), que soma dois títulos do campeonato nacional com esta formação, é licenciado em Medicina Dentária pelo Instituto Universitário Egas Moniz, com sede no Monte da Caparica. Iniciou este ano a sua atividade profissional, em várias clínicas lisboetas, convicto de que as noções fisiológicas, articulares e até traumáticas que o rugby lhe deu “só podem ser uma mais-valia” na sua prática clínica.
Quando era miúdo, muito antes de ter aprendido a tocar qualquer instrumento, Fernando Messias já acordava, a meio da noite, a sentir ritmos e melodias. Encontrou no piano um primeiro veículo para exteriorizar a sua infinita “veia” musical, mas hoje é a guitarra que encara como um “amor para a vida”. O músico e médico dentista lisboeta – com dois discos editados e um invejável currículo em matéria de palcos internacionais – revela à Maxillaris como conjuga duas profissões que têm mais em comum do que ressalta à primeira vista.
Desde muito pequena, já fazia desenhos para oferecer à família e não havia restaurante com toalha de papel que não acabasse rabiscado por Marta Costa Quinta, cujo currículo artístico soma hoje três exposições coletivas, e antecipa-se uma quarta mostra, que espera conseguir pôr em prática no próximo ano. A médica dentista lisboeta, com origens angolanas do lado materno, divide o seu tempo entre a prática clínica na área da reabilitação oral e da dentisteria estética, a atividade docente no Instituto Universitário Egas Moniz – é assistente convidada do curso de Reabilitação Oral – e o persistente hobbie em torno das artes plásticas.
Filipa Brazão iniciou-se na arte do tablao em plena infância: primeiro experimentou aulas de sevilhanas e mais tarde rendeu-se ao flamenco. A médica dentista e docente da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa confessa-se uma fã incondicional da cultura espanhola e dedica boa parte do seu tempo livre ao popular baile tradicional do país vizinho, que exige uma técnica apurada e, claro está, muito salero. Em entrevista à Maxillaris, esta bailaora lisboeta constata que o flamenco é um mundo... e nunca se aprende tudo.
Bruno Seabra divide a sua atividade profissional entre a rotina do consultório dentário e as sessões fotográficas no estúdio que instalou em pleno Lumiar, em Lisboa. A Medicina Dentária e a fotografia são, no fundo, duas paixões que se completam e refletem bem a sua veia artística: a estética e reabilitação oral, a que se dedica em exclusividade, é um processo bastante criativo, ao passo que os retratos que produz, de câmara em punho, constituem um desafio constante à imaginação.
Vanessa Martins enfrentou o público, pela primeira vez, aos oito anos. Desde então, a música tem sido uma constante na sua vida, atividade que partilha com a rotina diária num consultório dentário do Porto. A jovem médica dentista destacou-se (como semi-finalista) em dois dos formatos musicais mais conhecidos da televisão: “Ídolos” (2012) e “The Voice Portugal” (2014). Mais recentemente juntou ao estilo pop a paixão pelo fado, que lhe valeu mais um palmarés no currículo artístico: o primeiro prémio da Grande Gala de Fados do Porto. A Medicina Dentária foi outra opção por vocação, já que diz ser uma confessa apaixonada pela ciência, pela saúde, pelo corpo humano e os seus mecanismos.
A Universidade Fernando Pessoa (UFP) tem em marcha um novo projeto de voluntariado que conta com a colaboração da organização não governamental Mundo a Sorrir. Miguel Pessanha, presidente da Associação de Estudantes da UFP e finalista do Mestrado Integrado em Medicina Dentária, adianta à Maxillaris os contornos desta iniciativa, que consiste na atribuição de bolsas para ações de voluntariado no estrangeiro. O processo de candidaturas iniciou-se no passado mês de maio, e é exclusivamente reservado para os alunos finalistas e os médicos dentistas formados nesta universidade, com sede no Porto.
Escrever canções tornou-se uma maneira de me libertar e de chegar mais longe